sexta-feira, 31 de maio de 2013

“NADA DO QUE FOI SERÁ DE NOVO DO JEITO QUE JÁ FOI UM DIA...”

A canção entoa o verso da realidade que vivemos, do passado que se perdeu, o presente em devaneios de súbitas loucuras por saber que o futuro nos espera com o opróbrio, a desgraça, incontinência social de uma dissidência de um poder que lutava pela dignidade do homem e da família.
Cantores, poetas, eruditos tropicálios eclodiam em suas artes a insatisfação e a indignação de serem doutrinados, queriam a liberdade, qual fosse: o sexo, as drogas, amores de mesmas fazes ou de múltiplas fazes, não importando à corrente da energia de uma força voraz, ávidos da loucura de suas mentes marginais e doentes, alienaram os jovens universitários que saiam pelas ruas drogados e dominados pela filosofia ardente de uma falsa democracia que deveriam lutar e morrer enfrentando o próprio Estado, policiais e militares que defendiam a nação, utopia ou não, lutar contra quem punha o Estado longe da marginalidade, do anarquismo e dos ratos de esgotos, era seu slogan: “abaixo a ditadura!!”
A disciplina e a moralidade foram se tornando obsoletas, a política fora criada pela subversividade de guerrilheiros que tomaram o poder, aprenderam como transformar o Brasil em um ninho de ratos, sedentos, sobrevivem do sangue e da carne prolateriada. Fizeram da justiça a mais prostituta de todas as razões, mudaram a lei e fazem das “minorias” filosóficas a política de interesses para se oporem e controlar o sistema, quando na verdade nunca houve uma depreciação humana, apenas uma busca de uma conduta para todos os cidadãos que viveram verdadeiramente tempos de felicidades.
Pronto!!! Muitos que lutaram e entoaram “caminhando e cantando...” contra o Estado- providência da política pró-família e pela cidadania, vêem seus sonhos frustrados por ver uma nação corrompida por seus heróis que depuseram a ditadura militar, hoje vêem seus filhos mortos nas praças por marginais, suas casas vilipendiadas por jovens e suas filhas estupradas nas esquinas, talvez “...quem sabe faz a hora não espera acontecer”? A política como gafanhotos sega os últimos brotos da riqueza de nosso Brasil, ensinando nossos filhos nos caminhos contrários às escolas da moral e cívica, da religião cristã e dos fundamentos divinos ensinados pela Igreja. Tudo isso para manterem-se no poder.
Aprenderam bem a guerrilha filosófica, uma arma mais potente que a bomba atômica de milhares de megatons, devastadora do sustentáculo de uma sociedade verdadeiramente livre, e quando digo livre, digo, livre de bandidos e filosofias anti-sociais. Agora, vejo nas redes sociais o clamor de pais de família censurado pela imprensa, esta que domina e carboniza o neurônio do pobre coitado que levanta cedo, sai para o trabalho com uma marmita e retorna a noite para casa sonhando ainda ver sua família digna e protegida, mas se desespera ao ver seus filhos de longe ao anoitecer na esquina com um cigarro dividido entre seus amigos, com cheiro estranho e amarelos nas unhas, deteriora os dentes e os tornam mortos vivos, como zumbis. Ainda a noite não vê seu filho chegar, pois as garantias concedidas pelo o então Estado Democrático de Direito o contratara como reeducando(detento), com o salário maior do que de seu pai, com certeza seu futuro foi mais brilhante.
Assim o Brasil varonil com suas atividades lúdicas, trocou a moral pela imoralidade e a cidadania pela marginalidade e a família pela orgia e toda espécie de ratos de esgotos que saíram de suas tocas para tomar a cidade. “Que país é esse...” Renato? “Meu pulso, ainda pulsa...”.