A canção entoa o verso da
realidade que vivemos, do passado que se perdeu, o presente em devaneios de
súbitas loucuras por saber que o futuro nos espera com o opróbrio, a desgraça, incontinência
social de uma dissidência de um poder que lutava pela dignidade do homem e da
família.
Cantores, poetas, eruditos tropicálios
eclodiam em suas artes a insatisfação e a indignação de serem doutrinados, queriam
a liberdade, qual fosse: o sexo, as drogas, amores de mesmas fazes ou de
múltiplas fazes, não importando à corrente da energia de uma força voraz,
ávidos da loucura de suas mentes marginais e doentes, alienaram os jovens
universitários que saiam pelas ruas drogados e dominados pela filosofia ardente
de uma falsa democracia que deveriam lutar e morrer enfrentando o próprio Estado,
policiais e militares que defendiam a nação, utopia ou não, lutar contra quem
punha o Estado longe da marginalidade, do anarquismo e dos ratos de esgotos,
era seu slogan: “abaixo a ditadura!!”
A disciplina e a moralidade foram
se tornando obsoletas, a política fora criada pela subversividade de
guerrilheiros que tomaram o poder, aprenderam como transformar o Brasil em um
ninho de ratos, sedentos, sobrevivem do sangue e da carne prolateriada. Fizeram
da justiça a mais prostituta de todas as razões, mudaram a lei e fazem das “minorias”
filosóficas a política de interesses para se oporem e controlar o sistema,
quando na verdade nunca houve uma depreciação humana, apenas uma busca de uma conduta
para todos os cidadãos que viveram verdadeiramente tempos de felicidades.
Pronto!!! Muitos que lutaram e
entoaram “caminhando e cantando...” contra o Estado- providência da política
pró-família e pela cidadania, vêem seus sonhos frustrados por ver uma nação
corrompida por seus heróis que depuseram a ditadura militar, hoje vêem seus
filhos mortos nas praças por marginais, suas casas vilipendiadas por jovens e
suas filhas estupradas nas esquinas, talvez “...quem sabe faz a hora não espera
acontecer”? A política como gafanhotos sega os últimos brotos da riqueza de
nosso Brasil, ensinando nossos filhos nos caminhos contrários às escolas da
moral e cívica, da religião cristã e dos fundamentos divinos ensinados pela
Igreja. Tudo isso para manterem-se no poder.
Aprenderam bem a guerrilha
filosófica, uma arma mais potente que a bomba atômica de milhares de megatons, devastadora
do sustentáculo de uma sociedade verdadeiramente livre, e quando digo livre,
digo, livre de bandidos e filosofias anti-sociais. Agora, vejo nas redes
sociais o clamor de pais de família censurado pela imprensa, esta que domina e
carboniza o neurônio do pobre coitado que levanta cedo, sai para o trabalho com
uma marmita e retorna a noite para casa sonhando ainda ver sua família digna e
protegida, mas se desespera ao ver seus filhos de longe ao anoitecer na esquina
com um cigarro dividido entre seus amigos, com cheiro estranho e amarelos nas
unhas, deteriora os dentes e os tornam mortos vivos, como zumbis. Ainda a noite
não vê seu filho chegar, pois as garantias concedidas pelo o então Estado
Democrático de Direito o contratara como reeducando(detento), com o salário
maior do que de seu pai, com certeza seu futuro foi mais brilhante.
Assim o Brasil varonil com suas atividades
lúdicas, trocou a moral pela imoralidade e a cidadania pela marginalidade e a
família pela orgia e toda espécie de ratos de esgotos que saíram de suas tocas
para tomar a cidade. “Que país é esse...” Renato? “Meu pulso, ainda pulsa...”.
