O
comportamento do homem é algo ainda inimaginável, todavia, espera-se de cada
indivíduo uma postura equilibrada de um homem médio, comportamentos naturais
positivos, tais como: a ética, a moral e a probidade, a construção de uma
sociedade no desenvolvimento equilibrado de homens e mulheres e de seus filhos.
Estruturas políticas excêntricas, maquia a real motivação das autoridades
eleitas, se afastando da valorização imaterial, do crescimento espiritual
positivo e da prosperidade do indivíduo, da família e do Estado.
O
contexto histórico e político que passa o Brasil, é na verdade o estopim de um
processo filosófico de implantação de uma política "gramiscista" desde a queda do
governo Jango. Processo este doutrinário e ideológico, a exemplo, onde
implanta-se no jovem estudante que ainda não teve formação intelectual de vida,
da ética e da moral, de sua própria base emocional, de valores sociais e de
política, antes ideias de desordem disfarçada de independência, mesmo que ainda
dependa dos pais para sobreviver, ideias de que ele é intelectual ao invés de
que intelectual é o homem ou a mulher, na qual já se encontra em um grau de
conhecimento e maturidade acima do homem médio, tornando esse jovem uma pessoa
que não respeita autoridades, a sabedoria dos velhos anciãos, tampouco os
mestres e doutores. Sem que perceba, os nossos jovens vão se tornando zumbis “militantes”
de valores e hábitos anti-sociais, deletérios, profanos, cegos e manipulados.
Interessante
o episódio ocorrido no Estado do Espírito Santo no início deste ano de 2017, quando
se instalou a desordem pela falta de policiamento da Polícia Militar que entrou
em uma espécie de greve branca, patrocinada pelas esposas, parentes e
simpatizantes. Na ocasião, centenas de pessoas perderam a vida. O Estado como
forma de tentar ser Estado, pois já havia falhado em sua função, trouxe reforço
da Força Nacional, das Guardas Municipais e até do Exército, apenas
“paliativando” o caos já instalado. Notório que as forças que auxiliaram no
controle da Ordem Pública no Estado do Espírito Santo, não houve muito sucesso,
embora tenha trazido um certo refrigério.
Por
conseguinte, o que me trouxe muita preocupação foi exatamente o COMPORTAMENTO
do indivíduo diante de uma situação como essa, a sociedade necessitando de
proteção dela mesma. Os jornais noticiaram saques de todas as modalidades,
roubos, latrocínios e todo tipo de crimes possíveis praticados por bandidos
habituais e por incrível que pareça, por cidadãos, isso mesmo, por pessoas que
nunca tiveram uma só passagem na polícia, ou tenha ido ao menos visitar uma
delegacia. Também não sei se seria surpresa a prática de furto por parte de
pessoas populares e até uma ex-vereadora saqueando uma loja, algo muito
estranho estava ocorrendo naquele momento, até parecia um daqueles prêmios de
supermercado que concedia um determinado tempo para que o freguês pudesse encher
seu carrinho de compras, que atônito e descontrolado tenta de todas as formas
pegar o máximo de mercadorias possíveis como se fosse o ultimo suspiro de sua
vida.
O
que dizer sobre o ocorrido? O que dizer sobre tal comportamento anti-social?
Por que as pessoas agiram daquela forma? Será que isso é cientificamente aceito?
Se o ocorrido fosse na Suíça, Suécia, Noruega, Islândia, Inglaterra ou até em
países árabes, teria o mesmo cenário e desfecho?
Outra
cena me chamou muito a atenção, foi uma pegadinha feita na internet por um
rapaz que deixa sua carteira cair propositalmente ao passar por transeuntes,
apenas um devolveu a carteira. Essa mesma pegadinha foi feita no Japão e todos
devolveram a carteira.
Ocorre
que estamos diante de uma sociedade hipócrita e doutrinariamente estragada por
décadas para garantir o enriquecimento de uma minoria política. Essa mesma
sociedade que reclama e luta contra a corrupção é a mesma que comente pequenos
furtos, mentem, enganam, não pagam suas dívidas, pessoas que vão até para
passeatas de verde-amarelo mesmo com seus nomes registrados no SPC ou SERASA,
que entram na justiça para retardar suas dívidas bancárias com a finalidade de
fazer novo empréstimo e não pagar novamente. Desta forma, pergunto... De quem é
a culpa de tanta corrupção no Brasil?
A
culpa está na própria sociedade, oportunista, de valores mediatistas, onde é
mais vantajoso roubar, furtar, ser corruptor a estudar e trabalhar, planejar
uma situação financeira com luta e educação. Com esta necessidade, o indivíduo
se vende a qualquer preço, a políticas de governo indecentes, imorais e sem repercussão
de prosperidade social.
Um
processo filosófico político e cultural, dura décadas ou até gerações para se
instalar totalmente, para tornar uma sociedade idêntica como a do Brasil. Políticos
e organizações tiveram seu inicial fascínio movimento populista com ações
politiqueiras como a do Bolsa Família, Bolsa Presidiário entre outros, de
músicas com apologia a depravação e a criminalidade, a investir em educação,
saúde e segurança, por exemplo. Na verdade, parece mesmo que o governo luta com
todas as forças para que a sociedade se afunde com seus próprios “demônios”.
A
mudança de uma sociedade ordeira brasileira, certamente será uma grande luta
contra o sistema político já implantado, começando por uma conscientização do
próprio indivíduo em exercer seu papel social, como um cidadão de bem e que
busca a moral, a não aceitação da doutrinação política nas escolas e
universidades, nos programas sociais de cidadania, no incentivo a pesquisa e
conhecimento e nos valores morais familiares.
BzH'' Shalom habib, Excelente explanação de tempos sombrios,onde a carência de mentes corajosas nos fazem pensar que tudo está perdido...parabens pelo excelente artigo e que venham ecoar nos ouvidos dos "escolhidos"
ResponderExcluirShalom veShalom! Obrigado pelo comentário....
ResponderExcluirExcelente Ten !!! Tanto que ao chegar no final do texto não pude deixar de "copiar" e colar lá na meu perfil do Face... Mas identifiquei a sua autoria, para que saibam quem foi que escreveu visão tão realista desse "caos social" que vive nosso Brasil...
ResponderExcluirObrigado meu querido irmão pelo seu comentário... grande abraço!
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